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segunda-feira, outubro 18

Antes tarde, que nunca.

O brasileiro, em razão de sua condição social, pensa primeiramente nos custos para depois pensar na qualidade. Na escolha pela faculdade, alunos que levaram em conta o valor da mensalidade e a proximidade da escola com seu trabalho ou residência, já estão começando a ficar arrependidos. O mercado, criterioso e seletivo, é cruel com quem não está devidamente preparado.
O Brasil tem boas e más escolas, públicas e privadas. Resta ao aluno pesquisar, visitar o campus, conversar com alunos, ex-alunos, professores e até funcionários. Tudo isso ajuda na hora da escolha mas, mesmo assim, ainda pode não ser o suficiente.
Lembre-se que o barato pode sair mais caro que você imagina. Por outro lado, custo alto nem sempre significa qualidade. Portanto, o país que fiscaliza mal suas instituições educacionais e, por consequência, mantém abertas péssimas escolas, é o maior responsável pelas inúmeras armadilhas que pegam nossos jovens.

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