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quinta-feira, janeiro 20

Criatividade no ponto de venda

Todos os dias as marcas buscam ações para que seus produtos se destaquem nos pontos de venda. A empresa Fulton Innovation mostrou uma tecnologia interessante chamada de indução magnética, que em um futuro breve poderemos ver em muitas gôndolas de supermercados. Um exemplo mostrado foi essas CAIXAS DE CEREAIS. Quando as pessoas se aproximam, o magnetismo faz com que alguns LEDs se acendam, chamando atenção do consumidor. Fonte: Comunicadores de Plantão.

quarta-feira, julho 21

Cuidado com sua imagem

Redes sociais e comunidades na Internet deram maior relevância aos stakeholders (pessoas que, de alguma forma, se relacionam com a empresa). Por esse canal, ficou fácil sugerir, criticar e dizer o que pensam. E isso influencia por demais outras pessoas.
Apesar de todo cuidado no relacionamento com o mercado, essas opiniões tem força suficiente para refletir negativamente na imagem das companhias. O que é difícil de construir, torna-se fácil de destruir. Basta uma gafe para que a opinião pública perca a credibilidade na empresa, marca ou produto.
As redes sociais, compostas de milhões de seguidores e com uma mobilidade incrível, estão revolucionando o relacionamento entre consumidores, opinião pública e empresas. Queiram ou não, as organizações terão que se planejar melhor e aprender a trabalhar nesse novo contexto.
No Brasil, internautas passam 60% do seu tempo nas redes sociais. Não é tão fácil criar boa imagem e reputação nos dias de hoje. Comunicação, ética, transparência, honestidade, questões social e ambiental devem fazer parte da rotina de toda e qualquer empresa, independente do seu tamanho e localização.

terça-feira, julho 6

50% Psicologia x 50% tecnologia

Psicologia e Marketing deveriam andar juntos para se alcançar um objetivo comum. A decisão de compra dos clientes sofre influências psicológicas, sociais, culturais e de crenças. Se a empresa não convence o cliente de que o seu produto é o melhor, o jeito é estudá-lo detalhadamente para identificar o que realmente ele precisa e, aí sim, produzir, anunciar e vender o produto adequado a sua preferência.
Lançar um novo produto sem as devidas informações de mercado pode gerar decepção e frustração. E corrigir esse erro posteriormente pode custar muito caro à imagem corporativa ao relacioná-la a um produto natimorto.
Não só o lançamento, mas os canais de vendas, propaganda, pós-vendas e outras ações dependem de uma análise antecipada do perfil psicológico dos futuros clientes.
Segundo Gracioso (1990), "posicionar um produto significa associá-lo a uma série de atributos (qualidade, vantagens, forma de uso, apresentação, preço, imagem publicitária) que façam com que os consumidores percebam esse produto como o mais indicado para atender às suas necessidades".

terça-feira, maio 4

Bertin no Clube Amostra Grátis

O Clube Amostra Grátis inaugura sua primeira loja na próxima semana e já tem confirmadas as marcas que disponibilizarão lançamentos para os consumidores que desejarem experimentá-los. Entre as empresas estão Nestlé, Grupo Bertin, Telefônica, Locaweb, Plantronics, Góoc, Arti 9, Smartcaps, Bag Beach, Casa de Pesca Pinheiros, Revistas Trip e TPM, Bela por Natureza e Daiwa. Os produtos pertencem a categorias como alimentos, bebidas, informática, vestuário, eletrônicos, cosméticos e higiene e vão desde cafeteiras e telefone voip até sandálias feitas a partir de material reciclado. É se cadastrar e agendar a visita para experimentar um determinado produto. Fonte: Mundo do Marketing.
Depois é só responder ao questionário que vai balisar não apenas o produto em si, mas o layout, a comunicação e uma série de estratégias. Isso é inovação.

quinta-feira, setembro 10

Taxa brasileira sobre produtos chineses

Desde a última 4ª feira o Brasil passou a taxar alguns produtos importandos da China para neutralizar o "dumping" praticado por exportadores asiaticos. O "dumping" é definido pela exportação de produtos a preços inferiores aos praticados nos países de origem e, geralmente, é adotado para conquistar novos mercados e eliminar concorrentes. A medida não servirá apenas para resguardar os fabricantes brasileiros, mas, também, como alerta aos asiáticos para uma questão social que preocupa o mundo: as péssimas condições e os baixíssimos salários dos funcionários chineses.