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terça-feira, dezembro 20

Saiba por que está tão ruim a educação no país

Além de ruim, os candidatos precisam ficar atentos com mensalidades tão baixas. Afinal, quem busca apenas preço, não encontra qualidade.
Leia matéria publicada no Diário do Grande ABC: Anhanguera demite 50% na UniABC. Segundo docentes ouvidos pelo Diário do Grande ABC, a maioria dos funcionários dispensados possui título de mestrado ou doutorado.

segunda-feira, junho 21

Cai valor de mensalidade nas particulares

Matéria publicada no Portal da Folha de Sâo Paulo aponta que a média dos valores cobrados atualmente nas faculdades particulares é a mais baixa desde 1999. O motivo é a concorrência e menor crescimento de matrículas. Por mais mais que possa parecer vantagem aos alunos, os preços baixos são nocivos para a qualidade da educação, já que as instituições que adotam essa prática deixam de investir em pesquisa, laboratório, professores etc.
Algumas anunciam mensalidade de pouco mais de cem reais e se houver convênio com empresas, esse valor cai ainda mais. Para se equilibrar, uma instituição deve cobrar mensalidade média de R$450,00, segundo Carlos Monteiro, consultor em ensino superior. Abaixo desse valor, a faculdade tem que abrir mão de uma série de coisas e o que acontece é que ela tem que colocar mais aluno em sala. No final, a demanda é baixa, a inadimplência cresce e a qualidade de ensino cai.
Mais do que o valor da mensalidade, o aluno deve ficar atento à qualidade do ensino oferecido para não se arrepender depois.

quinta-feira, março 18

Será que ele sabe ?

Discordo de alguns pontos do artigo do prof. Wagner Horta, em seu blog, quando critica o MEC dizendo o órgão não conhecer EAD.
1. Se EAD não concorre com o presencial, porque dezenas de instituições registraram queda na demanda por seus cursos após a oferta dessa modalidade?
2. Se o EAD não depende do apoio de um espaço físico básico, semelhante a uma escola de verdade, para os encontros presenciais, suponho que os alunos possam se reunir numa lanchonete?
3. Se o EAD foi concebido com base nas práticas do presencial, jamais poderá ser considerado melhor enquanto o MEC não corrigir as falhas que persistem no presencial. Inclusive, o prof. Horta corrobora com minha opinião na frase "A deficiência da EAD ocorre da mesma forma como nos cursos presenciais", do seu próprio artigo.
4. Não dá para transferir exclusivamente ao mercado a responsabilidade pela seleção dos melhores profissionais. Por mais exigente que seja uma entrevista de emprego, não ficam claras as deficiências do candidato.
4. A melhor maneira de proteger-se do EAD de baixa qualidade é verificar quem está por trás. Significa dizer que não basta ter como referência apenas o nome de uma pessoa física tradicional no meio educacional. Está sim, na pessoa jurídica, devidamente estruturada e com endereço fixo, a tangibilidade dos serviços ofertados.
Que fique claro: não estou defendendo o MEC. Afinal, segundo meu colega de trabalho, Jornalista Renato Menezes, "Não se trata de uma questão política, mas, educacional. Considero que o EAD ainda é muito recente, falho e pouco desenvolvido. Não acho que seja eficiente, não tanto pelo método de ensino, mas por uma questão cultural, proliferada pelas próprias instituições de ensino, que valorizam em demasia o aprendizado no ato do ensino".

segunda-feira, janeiro 25

O importante é vender. Qualidade a gente vê depois.

Uma daquelas instituições de ensino superior que entraram recentemente na bolsa de valores, vem sofrendo duras críticas dos próprios alunos quanto a qualidade do ensino que oferece. Isso já era de se esperar. Mais cedo ou mais tarde alguém iria colocar a boca no trombone, para o bem da educação, é claro! O que me entristece é o fato de o MEC aprovar tal atitude, que é a de oferecer, inicialmente, um curso "meia boca", fazendo dos alunos cobaias de um sistema que prima pela quantidade em detrimento da qualidade. E ainda tem gente defendendo o EAD com unhas e dentes. Pessoal, vamos olhar sério para o ensino presencial. Depois a gente pensa no EAD.

quinta-feira, setembro 3

Saiu no Jornal Correio de Lins

Faculdades linenses estão bem situadas no ranking nacional. O INEP, vinculado ao MEC, divulgou segunda feira (31) os Índices Gerais de Cursos das Instituições (IGC), para todas as universidades, centros universitários e faculdades do País. O IGC é um indicador da qualidade dos cursos de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado). O resultado final é expresso em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5). Dentre as Universidades, a UNIMEP permanece na faixa 3, com 249 pontos. Em 2008 ela obteve 259 pontos. Dentre os Centros Universitários analisados, a UNILINS manteve-se na faixa 3 com 236 pontos. Em 2008 teve 212 pontos. O UNISALESIANO encontra-se na faixa 3 com 197 pontos. Em 2008 teve 216 pontos.

quarta-feira, agosto 5

Pobre, mas limpinho e de bom gosto

Quem andou dizendo por aí que as classes sociais menos abastadas compram apenas baseadas em preço, enganou-se. Cada vez mais exigentes, esse público busca por qualidade e satisfação. Ou seja, quer o melhor pelo preço justo. E nem tente enganá-lo. Profissionais de marketing devem se atentar para o constante crescimento do consumo das classes D e E, que nem deram bola para a tal crise de que se falou tanto.