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terça-feira, julho 13

Professores e o transtorno mental

Em 2009, 10% dos 55 mil docentes da rede municipal de São Paulo se afastaram de suas funções em razão de transtornos mentais e comportamentais. Os dados foram feitos pelo DSS (Departamento de Saúde do Servidor) da Secretaria Municipal de Gestão e Desburocratização.
Em 1999, esses transtornos eram responsáveis por cerca de 16% dos afastamentos. Dez anos depois, a porcentagem subiu para 30% - de um universo aproximado de 16 mil afastados.
As demais causas de afastamento são doenças osteomusculares, como lesão por esforço repetitivo, e do aparelho respiratório.
Sobre as ações que a secretaria de Educação faz para melhorar as condições de trabalho, a nota afirma que os salários foram reajustados em 40,9% e haverá mais 33,79% nos próximos três anos. As informações são do Jornal da Tarde.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/
O que não aparece no texto é uma explicação transparente das verdadeiras razões que levam os docentes ao afastamento, além dos baixos salários: insegurança em sala de aula, falta de infra-estrutura e valorização do professor.

sexta-feira, julho 2

O gigante caiu

O Brasil foi mais um dos gigantes a cair fora da Copa do Mundo 2010. Itália, França e Portugal se foram em razão de suas próprias limitações técnicas. E o glorioso futebol arte perdeu o jogo por sua incapacidade de concentração e de manutenção da calma. E, pra não perder o hábito, os mais de 180 milhões de técnicos brasileiros terão que eleger um culpado: Dunga retranqueiro, Felipe Melo descontrolado, Kaká irreconhecível, Robinho pipocando, Ganso e Neimar não convocados e bla bla bla. A realidade é uma só: o mundo todo sabe jogar futebol. Cada um com suas peculiaridas e virtudes, mas ninguém é totalmente "bobo" quando se trata de praticar esse esporte. A realidade está de volta. Os problemas persistem e a corrupção segue disfarçada, escondida por trás de eventos dessa natureza, ao lado da insegurança, impunidade, falta de saúde e de uma educação adequada. Retornemos ao trabalho, chega de festa. Mas, jamais deixe de acreditar no Brasil. Ele ainda é maravilhoso e precisa da sua sobriedade na hora de escolher os próximos governantes. Avante, Brasil!