quarta-feira, dezembro 5

Melhora a acessabilidade ao ensino superior

Todas as escolas brasileiras, públicas e particulares, são obrigadas, por lei, a fazer modificações em sua arquitetura para atender alunos com necessidades especiais.

Sinalização de entrada e circulação, portas, banheiros, carteiras, bebedouros, salas de aula, biblioteca, secretaria, entre outros setores, são passíveis de adaptação para melhor atender a esse público.


Uma informação importante é que as instituições de ensino superior do país estão se movimentando em busca de possibilitar acesso para portadores de necessidades especiais.

De acordo com o MEC, em texto publicado na revista Ensino Superior nº 170, de Novembro/Dezembro/2012, o número de matrículas de pessoas com deficiência aumentou 933,6%, ou seja, de 2.173 para 20.287, no período de 2000 a 2010. Desses, 6.884 em escolas públicas e 13.403 em escolas particulares.

Outro dado importante é o crescimento do número de instituições superiores que atendem a alunos com alguma deficiência. De 1.180 para 2.378, no mesmo período.

Há sempre um "porém": de todas as IES contabilizadas, 430 ainda não contam com estrutura adequada para atender a esses estudantes.


terça-feira, dezembro 4

Embalagem de esmalte em formato de bunda ?!


A marca de esmaltes Bootie Babe, de São Francisco, Califórnia (EUA), lançou uma linha de esmaltes em vidrinhos com o formato de bumbum.
Os esmaltes da “Big Bootie Collection” (Coleção Popozão, em tradução livre) são acondicionados em frascos em forma de bumbum.
A coleção conta com 24 cores. Os esmaltes custam 12 dólares cada e passaram a ser vendidos sábado passado, 01/12, nos Estados Unidos.


Não entendi a razão da escolha do formato em bumbum. Unha? Esmalte? Bunda? Qual o relacionamento? Hummm ??????
Será que tem a ver com uma coçadinha nas nádegas com as unhas bem pintadas?
Se alguém souber, me fale.

A criatividade não tem limite

Quando se trata de elevar o consumo, um dos principais fatores a induzir o consumidor à compra é o ineditismo e a curiosidade.
A Nestlé lançou em Hong Kong um sorvete sabor banana, envolto por uma camada de gelatina que pode ser descascada como a fruta de verdade.
O sorvete é de baunilha e foi lançado com o nome Pegapop Deskasca.
A embalagem traz o macaco Luka e ressalta a forma de como consumir o produto.
No Brasil, a novidade chega em dezembro aos pontos de venda na região Sudeste e no restante do país a partir de abril de 2013.


Viva a criatividade!

segunda-feira, dezembro 3

Brasil: um novo milionário a cada 27 minutos

Cláudio Diniz, especialista em mercado de luxo, disse que, em 2013, uma pessoa ficará milionária a cada 27 minutos no Brasil.
Levantamento do Credit Suisse mostra que, atualmente, a cada 50 minutos um brasileiro se torna milionário e, no ano que vem, serão 271 novos milionários por dia no país.
Quer saber mais? As  chances de ficar rico são maiores aqui no Brasil do que na Índia, China e Rússia.
Estima-se que já existam 317 mil ricaços no Brasil e que este número deverá chegar a 815 mil em 2017.
Claudio Diniz é autor do livro “O Mercado de Luxo no Brasil: Tendências e Oportunidades”.


Será que eu consigo entrar para esse seleto grupo? Fica sonhando e não vai trabalhar não.

Sorvete sabor cerveja.


Depois do sucesso da versão ovo de Páscoa, no primeiro semestre, a Skol prepara mais uma novidade para os seus consumidores. A marca de cerveja da Ambev irá comercializar durante o Verão o sorvete Skol, versão em massa no pote de 150 ml com sabor de cerveja. O lançamento oficial do produto será em janeiro.

O sorvete de cerveja será vendido por tempo limitado em bares selecionados de São Paulo e Rio de Janeiro. Apenas maiores de 18 anos poderão adquirir o produto. A marca ainda estuda a possibilidade da comercialização do sorvete Skol pela fan page no Facebook, como ocorreu no caso do ovo de Páscoa.


Vai ser estranho ouvir "se for dirigir, não chupe sorvete". 

Tenha uma boa "crise"



Albert Einstein disse: “Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo”. A ‘crise’ é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.

Há algum tempo a palavra “crise”, que ganhou curso na economia a partir do século XIX, povoa com bastante intensidade os noticiários e, consequentemente, o pensamento de todos nós. Tal situação é reflexo das dificuldades econômicas enfrentadas por diversos países, que têm modificado e afetado, de forma drástica, a vida de milhares de pessoas em todo o mundo.
Para os chineses, crise é definida como “oportunidade ou fim”.
Por mais que existam tantas formas de interpretá-la, concordo com a afirmação de Einstein: “crise” é a melhor benção que pode ocorrer em nossas vidas, pois obriga-nos a encontrar a criatividade para superar, vencer e crescer. As próprias etimologias da palavra nos chamam atenção para a tomada de decisão diante de mudanças inesperadas, uma prova que nenhuma crise é necessariamente ruim, pois, superando-as, sairemos mais fortes.
Mesmo quando, em tempos nebulosos, perdemos algo, podemos nos fortalecer. Nenhuma perda é para sempre; o fim de algumas coisas faz parte da vida e muitas vezes algo precisa acabar para dar espaço a uma nova mudança. Quando entendemos o fim como um novo caminho, a vida toma um sentido promissor.
Podemos, então, efetivamente viver; não somente sobreviver. Geralmente o fim daquilo a que nos apegamos ou acomodamos nos tira da famosa “zona de conforto” e provoca, em cada um, questionamentos sobre a vida, sobre aquelas questões que adiamos a resolução. Lembra-nos que nada é para sempre e dá uma noção real de que o tempo anda, não pára e não espera. Ensina que tudo vale a pena e que nenhum sacrifício é em vão.
E por falar em sacrifício… esta é outra palavra injustiçada. Geralmente as pessoas a associam a algo “ruim”, pelo fato de vivermos numa sociedade que valoriza o fácil, estimula o comportamento hostil e preguiçoso. Todavia, esta palavra nasce da união dos termos “sacro” e “ofício”, ou seja, “trabalho sagrado”.

Pelo simples fato de sermos humanos, existem circunstâncias em que nada ou quase nada podemos fazer. Porém, independente da escolha que fazemos, a vida segue e certamente tempos melhores “se abrirão” no futuro, sentindo que nossos planos fluíram a contento.
Pense de forma sincera: na atual conjuntura social e econômica em que vivemos, quantas pessoas você conhece são capazes de realizar o sacrifício de modificar a si mesmas e transformar fracasso em sucesso, angústia em criatividade? Quem, desse vasto grupo, poderia conjugar os verbos que derivam da crise, ou seja, “superar” a si mesmo sem ser “superado” por ela?
Devemos meditar a respeito das coisas que interiormente nos bloqueiam e reagir, tendo em nós que, apesar de todas as dificuldades oferecidas durante nossa trajetória, nada poderá impedir nossa vitória: a não ser nós mesmos. Descobrir a importância dos sacrifícios é vencer. O ideal é passarmos a respeitar o “tempo certo do nosso interior” e perceber que é preciso bater mais do que uma vez na mesma porta (aquela que obstrui seus sonhos) até que ela se abra. Quando ela se abrir, permita-se também descobrir algo maior. Entenda que aquele sonho pode não ser só seu. Todo sacrifício e superação empenhados hão de inspirar outras pessoas e muitas outras portas podem ser abertas e, de maneira consequente, perdas serão superadas e vidas, transformadas.
Falar sem parar nas crises, dedicando grande parte do nosso precioso tempo a esse assunto, é promover o conformismo. Em vez de ajudar a propagar tantas desgraças, podemos agir diferente. Nós temos a capacidade de fazer valer a pena o sacrifício e insistir na força do nosso trabalho. Lembre-se de que a única crise verdadeiramente ameaçadora é a tragédia do homem que cruza os braços conformado e desiste de si mesmo. Todo resto pode ser superado; basta confiar, pois aquele que acredita em si mesmo é o único capaz de vencer.

Rodrigo Rocha é diretor de marketing da Amil.

Palavras chave: crise, criatividade, inovação, estratégias.

segunda-feira, novembro 26

Como definir a missão de uma empresa?

Na fase de conclusão do curso, na preparação do TCC, é perceptível a dificuldade dos alunos em definir claramente a missão de uma empresa. Muitas vezes confundem Missão e Visão.
 A Missão é quase imutável, deve expressar o presente, o DNA da organização, a razão de sua existência. A Visão pode ser alterada de acordo com com o mercado e suas tendências, indica o futuro da empresa e o que ela pretende em sua trajetória.
É claro que esta é apenas uma dica para facilitar o entendimento e criar uma espécie de roteiro para facilitar a definição da missão. Mas, outras informações podem constar da missão.
Daniel Portillo Serrano, dá uma importante dica que facilita, e muito, a definição da missão organizacional.

"Quase sempre a missão é iniciada, com um verbo no infinitivo, como produzir, oferecer, contribuir, trabalhar, disponibilizar, etc".
 Pegando como "gancho" o roteiro de Daniel, vamos criar uma missão para uma empresa fictícia de consultoria de marketing.
1. O que se propõe a fazer. “Prestar Consultoria de Marketing”. Esta pode ser a missão final da empresa, mas vamos acrescentar mais dados:
2. Onde?: “Prestar Consultoria de Marketing na microrregião de Lins ou Estado de São Paulo”. Perceba que o negócio especifica a área de abrangência, sendo uma empresa regional que, evidentemente poderá atender em nível nacional.
3. Para quem ? “Prestar Consultoria de Marketing para empresas em geral na microrregião de Lins ou Estado de São Paulo”. Veja que aqui a empresa já especificou que tipo de serviços ela vai oferecer. Essa vai ser a especialidade da empresa.
4. De que forma?. “Prestar Consultoria de Marketing para empresas em geral na microrregião de Lins ou Estado de São Paulo, para identificar tendências e oportunidades e definir planos estratégicos ”. Aqui já estamos agregando o objetivo dos serviços a serem prestados.
5. Por que?. “Prestar Consultoria de Marketing para empresas em geral na microrregião de Lins ou Estado de São Paulo, para identificar tendências e oportunidades e definir planos estratégicos para que elas se destaquem e evoluam no seu segmento”.



Daniel Portillo Serrano é professor, palestrante, consultor e bacharel em Comunicação Social com ênfase em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi.

quinta-feira, novembro 15

Os jovens e seus sonhos



Todos os jovens sonham com um futuro brilhante, porém, de forma efetiva, poucos se preocupam em planejar o “passo-a-passo” para torná-lo real.
Você deve concordar que o que nos mantém vivos são os nossos sonhos e os desejos de realização pessoal e profissional. E o trabalho é, sem duvida, o principal caminho que poderá nos aproximar desse objetivo.
Desde a infância ouço dizer que os jovens são o futuro do país, que devemos cuidar deles com carinho para que consigam fazer o que os mais velhos não conseguiram realizar. Ser o futuro é uma enorme responsabilidade, e para que se concretize de maneira a satisfazer a humanidade é necessário planejar, mais do que isso, é imprescindível comprometer-se com sua realização.
Os jovens têm muitos sonhos e desejos, mas, na prática, pouco fazem para torná-los realidade.
Uma pesquisa feita pela Consultoria Universum, no primeiro semestre deste ano com 12 mil estudantes brasileiros, apontou que os universitários recém-formados esperam começar a carreira profissional com um salário médio de R$3.740,00. O estudo também mostrou que eles dão preferência para empresas que ofereçam um trabalho desafiante e que estimule a inovação. (Fonte: Revista Ensino Superior nº 169/2012, Editora Segmento).
É a característica típica dos jovens das novas gerações. Mas, o que de fato eles estão fazendo para triunfar na carreira profissional?
Outro estudo, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, divulgada no final de setembro, revelou o crescimento de um grupo de jovens entre 15 e 17 anos, que nem estudam e nem trabalham. As prováveis causas são: a desmotivação na busca pelo emprego por falta de uma capacitação básica exigida pelo mercado; e o desinteresse em voltar a estudar por não se sentir atraído pela escola. (Fonte: Revista Agitação, nº 107, set/out/2012-CIEE).
“Querem isso, querem aquilo e aquilo outro. Mas, o que tem feito para conquistar seus desejos?” É esta a pergunta que faço à juventude.
O mercado de trabalho é outro. Ter um diploma já não é mais garantia de um bom emprego. Um segundo ou terceiro idioma passaram de diferenciais competitivos para um item necessário que garanta a sobrevivência de quem pretende se dar bem na vida.
Os processos de seleção profissional dos dias atuais, além de exigirem uma formação acadêmica de qualidade e o domínio de idiomas, admitem apenas profissionais de caráter e éticos, que conservem um bom relacionamento interpessoal, que sejam criativos e flexíveis, capazes de se adaptar aos mais conturbados ambientes corporativos, e que tenham características básicas de liderança.
Adaptar-se às novas exigências do mercado de trabalho significa atualização permanente e requer conhecimento sobre o mercado mundial e suas tendências. É necessário desenvolver competências pessoais, além de criar, manter e fortalecer uma rede de contatos – network - para que se consiga identificar melhores oportunidades de trabalho.
Diante dessas exigências, é importante manter o corpo e a mente em dia para suportar toda essa pressão. Há um consenso na medicina de que o fator que mais prejudica nossa saúde é o estilo de vida que levamos. Portanto, cuide-se e saiba planejar a sua vida em busca dos mais ousados objetivos.
Vorlei Guimarães

terça-feira, outubro 23

O atendimento como diferencial competitivo



A melhor maneira de se distinguir num mercado cada vez mais uniforme é investir na qualidade do atendimento.
Mesmo aceitando que o cliente é a principal razão de ser das empresas, muitos estabelecimentos comerciais de Lins não prezam pela qualidade no atendimento ao público.
Se é culpa dos funcionários - que não gostam do que fazem - ou dos patrões - que pagam pouco e desestimulam seus trabalhadores - não se sabe ao certo. O fato é que, em pleno século 21, num momento de alta competitividade, o cliente ainda é tratado como um “estranho no ninho”.
Alguns atendentes, por mais que se esforcem, não conseguem esconder a insatisfação. E, em muitos casos, esse descontentamento não é originado apenas por questões salariais, e sim, fruto do péssimo relacionamento entre patrões e empregados.
Não é surpresa para nenhum profissional de marketing que a excelência no atendimento é o principal fator para superar a concorrência e manter a competitividade num mercado de clientes cada vez mais exigentes e bem informados.
As empresas estão cada vez mais parecidas e “commoditizadas”. Investir em treinamento para os funcionários da linha de frente e mantê-los motivados converteu-se de mera benesse corporativa para um importantíssimo item nas estratégias de marketing.
Para que uma organização alcance qualidade no atendimento, primeiro deve tratar os seus funcionários com excelência. Consequentemente, eles retribuirão aos clientes externos. Gentileza gera gentileza.
Se considerarmos que a maioria dos contatos com nossos clientes são feitos pelos funcionários das áreas de atendimento, de vendas e de serviços, é necessário ressaltar a importância de mantê-los bem treinados, motivados e preparados para os imprevistos naturais que ocorrem durante as negociações entre as partes.
Manter clientes é um fator crítico de sucesso. É importante atender suas necessidades e desejos, mas, para que haja êxito nesse processo, é necessário entendê-los antes de tudo. Conhecer e reconhecer seus perfis pode ajudar a evitar uma série de constrangimentos. Saiba como são alguns clientes:
· AVARENTO: Só tem interesse no preço e quer levar vantagem financeira.
· LENTO: Tem dificuldade de entender as informações e por isso quer explicações detalhadas.
· IMPACIENTE: quer preferência no atendimento, mesmo sabendo que outras pessoas estão na sua frente.
· DESCONFIADO: Sempre com um pé atrás, é precavido, gosta de discutir e quer ser convencido a respeito da qualidade do produto.
· MAL HUMORADO: Gosta de uma boa briga e não abre mão de suas opiniões.
· BRINCALHÃO: Simpático e gozador. Aprecia uma conversa agradável. Dispõe de muito tempo. Parece uma venda tranquila.
· EXPERT: Sabe o que quer (ou pensa que sabe), é conhecedor do produto e difícil de ser influenciado.
· INIBIDO: Indeciso, quer muitos motivos para comprar e quer que você o convença.
Lembre-se que quanto mais preparado o colaborador estiver, melhor será a qualidade de seus serviços. Por isso, é preciso treinar incansavelmente.
Faça com que seus clientes internos estejam comprometidos com os resultados e a filosofia da empresa. Estabeleça programas de treinamento periódicos para que eles mantenham um excelente relacionamento com os clientes, principalmente os que têm contato direto com os clientes externos.
Prestar um bom atendimento é obrigação da empresa. Hoje, acima de tudo, trata-se de um importante fator que fará enorme diferença na decisão pela compra. E não pense que o processo se encerra com a conclusão da venda. Será apenas o início de um longo e proveitoso relacionamento que deve favorecer ambas as partes.
Vorlei Guimarães

quarta-feira, outubro 3

Tudo pela moral e bons costumes

À medida que o dia da eleição se aproxima, os ânimos começam a ficar exaltados.
Preconceitos, crimes, mentiras e falcatruas agora tem mais que uma motivação para serem praticados. Tudo em nome da "moral e dos bons costumes".
Eu que já andava chateado com o nível da campanha eleitoral que se pratica em Lins, fiquei ainda mais indignado com o que vi em minha caixa do correio na manhã de hoje.
PS.: não estou defendendo o candidato citado na referida correspondência. Zelo pela moral, ética e bons costumes.
"Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra".
Num momento em que o mundo caminha rumo a redução dos preconceitos, relacionar a cor de pele, raça, nacionalidade ou opção sexual à capacidade e competência de alguém é o pior dos crimes.
O desespero e a ânsia pelo poder tem transformado as pessoas.
"A cidade das escolas", como é conhecida a nossa Lins, supostamente deveria ter uma sociedade com melhor discernimento, consequentemente, postulantes a cargos políticos engajados aos verdadeiros conceitos da moral e dos bons costumes. Não é o que se vê.
Ainda se ouve pessoas assumindo a troca do voto por um churrasco, uma caixa de cerveja, um par de chuteiras ou outros mimos que nada favorecem o processo político.
Minha residência se localiza num ponto estratégico para comícios e eu pude ouvir vários deles.
Propostas? Ah, deixa pra lá. O legal é criticar o oponente. O importante é vencer o pleito a qualquer custo, inclusive pisoteando a moral e os bons costumes.
Pessoas que deveriam ser referência aos jovens estão se perdendo em suas manifestações e influenciando na má formação do caráter e da dignidade humana, reforçando o já depreciado estereótipo relacionado aos políticos.
Vale tudo? Parece que sim. Tudo o que servir para denegrir a imagem do outro.
Mas vale lembrar que somos nós os responsáveis pelas pessoas que serão colocadas no poder.
Tenhamos bom senso.